PORQUE NA MAIORIA DAS VEZES SÓ APRENDEMOS DANDO CABEÇADA MESMO... RS

24 de agosto de 2013

Long list

Então ainda tem uma pergunta pairando sobre minha cabeça.
Não to obcecada! Não fico pensando nisso o tempo todo. Mas vc tb não tem um momento, que às vezes dura um segundo, que te bate uma nóia do tipo “o que afinal é ser feliz?”. Ah tá, papo chato.
Meu... Não sou do tipo que pensa demais sobre alguma coisa, que presta atenção a detalhes e repassa “sinais” over and over again, tentando desvendar todo o mistério da existência do que chamamos de sentimentos, ou daquilo que está por trás das atitudes. Pra mim, as coisas são simples, e na maioria das vezes é a gente que complica tudo. Don’t overthink things.
E aqui estava eu, tomando minha querida Stella, cortando mamão (ãhn?), e de repente me deu uma luz. Aquela maldita pergunta “o que te faz feliz”... eu sei a minha resposta! 
Na primeira vez que me perguntaram eu não sabia o que responder. E eu odeio não ter resposta para algo. Coisa minha, e sei, muito irritante. Mas dentro do limite saudável diga-se de passagem, é como minha mãe diz: quando essa menina coloca uma coisa na cabeça, ih... Enfim... comecei a realmente prestar atenção em coisas que me fazem feliz.
Conhecer restaurantes diferentes, trabalhar com planejamento, assistir comédias românticas (goiaba como diria alguém que não me conhece at all! Rs), viajar, ouvir as histórias dos meus amigos, rir com eles, me sentir bonita, meu grumpy-face. Etc etc etc... Long list.
Satisfeita com a facilidade que é me sentir feliz, me senti privilegiada por pequenas coisas me preencherem e por entender que a intensidade de tudo que vivemos não precisa ser sempre nos picos. Vira drama. Argh. E olha que já me chamaram de drama-queen! Página virada, meu amigo, graças! Felicidade não é fogos de artifício o tempo todo. É estabilidade no sentido de ter capacidade de lidar com os problemas de forma madura, de saber dar o valor correto a cada um deles, e de superá-los. Ou aprender a conviver com eles, quando superar não é uma opção. No fim, significa que felicidade também não é ausência de tristeza. Nesse mar de desafios que temos, é sabe dar valor às coisas boas.
Ah tá... mas enquanto eu cortava o mamão (sério? Não foi a Stella?), percebi que eu ainda não to convencida de que é só isso. Uma fórmula? Colocar ela em prática é um pouco mais complicado, claro, mas ter um guidance já ajuda bastante, né? Ou néamm como todo mundo escreve hj em dia.
Bem, somos todos indivíduos com particularidades diferentes, livres para nos definirmos como quisermos. E o que me faz feliz... é ser especial!
O que me faz feliz, é saber que faço a diferença na vida da minha irmãnzinha (não mais tão ”inha”), ser a tia que eu queria ter para filha do meu irmão (#tiadaisa), ser um orgulho para minha mãe, ser parceira do meu grumpy-face, ser a amiga com quem vc pode contar, ter profissionalismo e ética, e saber que família está acima do laço sanguíneo.
Eu tava quase escrevendo, que ser feliz é ser especial para essas pessoas. Mas na verdade, o que me faz feliz é fazer parte da vida dessas pessoas que eu acho especiais.